Pressione o botão A para soltar “Ataque Poderoso”
Os sistemas de RPG com suas regras, atributos, tabelas, tendem em apagar um pouco do senso de realidade dos jogadores mais “gamers” ou inexperientes nas partidas, pelo menos é o que ando percebendo. É como a famosa piada do rpgista novato que vai na loja de armas e fala: Eu quero uma espada + 5!!! E lá vem o vendedor com 6 espadas para vender ao pobre jogador…
O jogador esquece que “espada + 5″ é uma regra que está fora da realidade da história, temos sim uma espada mágica, muito bem trabalhada com uma história impressionante, mas nada de +5, esqueça isso em jogo (ok, espadas +5 não são tão fáceis de esquecer :D).
Uma tarefa as vezes difícil é se lembrar que em qualquer livro de rpg está dito que você age com seu personagem e de acordo com sua ações usamos as regras para ver se é possível ou não executá-las. É claro que um bom jogador pode conhecer bem as regras, o que venho aqui dizer não é que os jogadores não devam saber do jogo, é lógico que eles devem saber. Mas o grande problema é quando esquecemos o que é sistema e o que é cenário.
Ha jogadores que descrevem tudo que fazem, alguns se empolgam até demais, mas esse é o divertido. O mestre tem o dever de lembrar os jogadores que tudo que eles fazem acontece e deve ser descrito, não precisa em mínimo detalhes, mais deve descrever. Senão é mais fácil jogar videogame, por que fica quase no mesmo nível, por mais divertido que seja, parte do que é rpg ali se perde. Conseguentemente parte da diversão também.
Pior. Se o jogo é tão automático só com ”solto isso”, ”uso aquilo”, sem uma visualização mais detalhada pensem comigo. Temos uma narrativa de um jogo de rpg eletrônico. É isso mesmo josé? Creio que muito grupo de RPG por ai deve estar inventando o primeiro jogo de RPG eletrônico para “menos favorecidos de grana”(sabe como é, dá cadeia falar “pobre”, metade ou mais da população brasileira, incluindo eu, pode ficar ofendida…). Mais tabajara impossível…
O mestre as vezes tem que puxar a orelha dos jogadores como fiz com o Marcio que joga com um Frenzie Berzeker (ainda não me acostumei com o “frenético” da tradução) e entra em fúria ou frenese a todo instante fica tudo bem, como se ele de alguma forma não tivesse se alterado. Claro que ha culpa minha nisso, deixei isso acontecer e o ideal é que se o mestre percebe que o jogador tem dificuldade de visualizar o personagem agindo de determinada forma cabe ao mestre dar aquela forcinha ajudando na imaginação do jogador.
Se você está em fúria ou pior, frenese, você está bem longe de um estado normal. Você pode estar babando de odio, olhos cheios de veias. Quem sabe uma respiração ofegante e ações mais grosseiras? Os jogadores em volta não ficam assustados pelo menos nas primeiras vezes?
D&D alias, é bem perigoso por dar prioridade a descrever o que o personagem pode fazer como um menu de jogo de videogame, mas muitas vezes me peguei perguntando, mas como ele faz isso?
É isso ai galera, prestem mais atenção na sua mesa de jogo, vocês podem se surpreender como que é automáticamente esquecido. Pequenos detalhes deixam tudo mais emocionante e ainda corre o risco daquela descrição detalhada te ajudar mais que você imagina…












Phill, cara eu já disse que adoro este blog ?
o que você disse o pessoal aqui está é totalmente podre em interpretação, infelizmente enquanto eu me junto numa mesa pra joga RPG eles se jutam para jogar ‘ RPG TIBIA MODE’ …
mas vo dá um jeito neles, sanão eles não ganham balinha ^^
cara… “Tibia Mode On” foi a definição mais perfeita de rpg eletrônico de pobre (ou maluco) que poderiam me dar. mandou bem.
Já meu grupo nem adianta ameaçar com balinha, se der mole nem bala de revolver. Quando repreendi o Marcio sobre ele não poder ficar ligando e desligando frenesi ele ainda me perguntou se quando ele apertava o mamilo direito ele entrava e frenesi e quando apertava o esquerdo ele saia do estado.
Depois dessa nem Jesus salva, ele deve ter ido jogar storyteller…
Dominou Mr Phil!
Se você achava que D&D parecia MMORPG, saiba disso: segundo um amigo meu, que trabalha com RPG nos EUA, ele me contou que essa 4ª edição entrou de cabeça no universo MMORPG e o quee ra fraco em interpretação está ficando mais ainda.
É, se bobear vai ter de começar a rolar cursos de interpretação para RPG.
=D
O BNerserker me lembrou aquele filme de supers com poderes duvidosos como o atirador de talheres, o homem-pé e o Garoto Furioso ! AHAHAHA
Para uma campanha mais “engraçadona” ou mais “mangá” é aceitavel, mas no geral fica forçado né. Mas se o jogador se diverte com isso e se não atrapalha o jogo num todo, então nada contra!
O que eu coloquei aqui Rey não se é engraçado ou não, mas o fato que se o cara se encontra em frenzi, furia, tpm ou sei lá o que ele precisa pelo menos ter uma noção de como seu personagem está.
Dizer que isso não faz diferença é aceitar que você esta jogando um jogo eletrônico e não RPG de mesa. Pior, um RPG eletrônico com narração…
a parte mais divertida é narrar os golpes
fingir soltar as magias falando palavras mágicas e entoar preces.
No nosso grupo, adoramos dar porrada, mas como num filme não como em um jogo de video game
baaah….
como eu vou interpretar a porra do frenzy berserk desativando o frenzy kct
aquela sugestão de “eu tento me acalmar” não cola, depois de dizer que eu não posso fazer um teste pra ficar de pé sobre area escorregadia, como eu seria se quer capaz de sair de um estado de transe total como é o frenzy.
PS.: eu realmente uso o tempo todo, não tem como não ficar mecanizado, mesmo que eu invente algo pra dizer que não soe escroto, depois da 8° vez no dia dizendo que: “eu puxo um copo de maracujina” ia ficar chato….
e alem disso, eu estou cumprindo a sugestão do livro do jogador e fico contando piadas.
hauhaua…pelo fato de adorar wargames e “rpg” eletrônico…às vezes tenho esse tipo de atitude anti roleplay…mas eu to melhorando
Porraaaa…
Como é que eu coloco monha foto aqui merda…
Estou ficando nervoso…
Estou ficando verde de raiva…
Eu não suporto minha raiva, explodo em gritos emos e gemidos gays, giro meu mamilo direito e entro em frênesi… como diria o coisa: “Tá na hora do pau!!!” (essa frase soa estranho…)
Gravatar.com
lol sapo, eu começo a fazer isso no shopping e os seguranças vão me botar pra fora lol
Marcio se o livro descreve que você entra em frenesi ao ponto de bater nos proprios aliados se você me falar que você fica normal é muito difícil de jogar.
O que eu coloquei no texto foi um exemplo, você mesmo pode me sugerir algo plausível sem ser espalhafatoso, É tudo bom senso.
Vamos fazer o seguinte, vamos te estimular a pensar sobre o assunto. Arruma uma forma bem legal de descrever o que é o frenese, como seu personagem fica, enquanto você não souber me descrever VOCÊ NÃO USA. Eu tenho umas 2 ideais sem pensar muito…
Lol, cara, todo mundo concorda que fica bizarro o “ativo” “desativo”, mas e a sugestão? a rica descrição do livro é
“você é capaz de mergulhar em uma furia sanguinaria”
“você é capaz de mergulhar em um frenesi devastador”
Vou virar adepto dos filmes do Tsu, “sangueeeeee, carne humanaaa”…Uhuuu mais 10 de STR
“Lol, cara, todo mundo concorda que fica bizarro o “ativo” “desativo””
Cara faz o seguite taca uma cadeira no chao, ou faz careta ou morde a phan sei-la
hahaha
zoa zoa
tem coisas que nao da pra interpretar msmo.. principalmente no shopping
Senao agente vai ficar igual ao Sergio quando acertava um ataque critico…
dava cambalhota gritava salto mortal e o diabo a quatro
Exatamente isso que eu disse em certa parte do texto, D&D não um sistema que esta ajudando muito no roleplay… Não foi você mesmo que brincou com a piada do papagaio? a idéia é essa mesmo, D&D infelizmente tem esses problemas.
E você ta exagerando as coisas Marcio. Vai pensando…
Phill é pq a ideia de interpretar o frenesi e meia escrota saca???
no meu modo de ver.. é mais facil porem escroto dizer eu ativo eu desativo… porque tipo.. imagina o marcio fazendo careta toda hr… ou a sati dancando e tocando no meio do shopping e tal…
se bem que ia ser mo engracado
falando nisso tem rpg amanha??
Max, acorda rapaz. O texto não fala sobre interpletar da forma que você ta falando. Alias se o Sapo ou o marcio entenderam isso eu recomendo que leiam novamente.
Falei aqui em “descrever” o que seu personagem faz, senão é mais fácil jogar video game. Alias, o que você diz do sergio se enquadra no “gente que se empolga demais”. Leiam direito por favor.
Errr, saquei então, tem que ser assim?
“eu prendo a respiração e sem me movimentar me concentro nos meus tiros e dou tantos quantos minha agilidade permitir”
“você faz o que?”
“sacrifico ação de movimento pra dar um tiro multiplo”
“ah tah, e você phan ”
“ajoelho, e começo, ó deusa fulana, abençoe os tiros de borborigmo para que seus ataques sejam certeiros e impiedosos”
“hmmm?”
“+ 1 base + 1 dano”
“ah tah, e você max”
“eu viro a minha adaga na horizontal, e acerto meu inimigo entre os detalhes de sua armadura”
“ah, isso foi um furtivo?”
“sim, mais 2d6″
“ok ok, e você márcio?”
“eu começo a correr e busco nos meus ensinamentos tribais o dominio da raiva enquanto em combate e uso ela a meu favor ”
“mas hein?”
“Furia como ação livre”
“saquei”
Mas quanto aos exemplos você quase que chegou lá.
Não necessáriamente as ações vão ser 100% descritas no COMEÇO, ha situações aonde você não sabe o que vai acontecer então deixa as rolagem dizerem e ai você complementa. As vezes eu mesmo faço isso, mas é chato o personagem é de vocês.
Já reparou que após danos grandes ou baixos eu as vezes tento dar uma idéia de como seria o impacto dos golpes? pois então.
Quando falo de agir e depois rolar falo em mecanização de jogo.
E quanto ao seu exemplo você está sendo sarcastico e eu falo sério.
nao estava sendo sarcastico por incrivel que pareca
so quis mostrar como fica absolutamente bizarro descricao de habilidade DURANTE o combate, nos nunca deixamos de interpretar nossos personagens, nem nunca fugimos das ideias originais deles, mesmo quando essa fuga nos beneficiava
e mesmo assim, acho muito muito bizarro fazer esse tipo de coisa durante combate, ainda mais com habilidades que nao involvam acoes como cast de magia sem componente gestual e verbal
PS1: eu fiz aquelas descricoes baseado em Lodoss War, Lol?
PS2: to no laptop da phan, e agora eu nao sei aonte estao os acentos
hauahuuhuahauhauahua
O problema Marcio é que acho que vocês estão considerando que estou criticando vocês. Vocês jogam bem porra. Usei você como exemplo por que foi uma coisa recente, mas se você leu meu comentário anterior estou falando de coisas que já fazemos, nós descrevemos as ações, mesmo que com uma forcinha minha. Ou isso ou recomendo que você leia denovo o texto igual mandei o Max fazer…
Vocês devem ter exagerado pensando na minha sugestão achando que minha critica afetava vocês, então buscaram algo além do que vocês já fazem. Olha com calma.
Ps1. Nunca vi lodoss war, uma pena.
Ps2. No começo a gente sempre apanha no laptop
Ps3. não deleto não hauhuahuhauhah
eu entendi, so nao nao abstrai a es….bah amanha agente falo do meu PC lol
por que voce nao ta no MSN cacete, voce vai mestrar amanha?
se fala*
(odeio esse teclado pqp)
Pôrra…
Que tal irmos todo mundo fazer um curso de teatro para aprimorar nossas interpretações.
Só não pode interpretar cena de beijo (aliás, se houvesse um episódio romântico no grupo, ele seria interpretado???)
Agora convenhamos uma coisa… se entrar em frênesi 8 vezes ao dia, terá que descrever 8 vezes a mesma porcaria?
Porque é só alguém pisar no pé dele pra ferrar com tudo…
Sapo, só você. Eu quero acreditar que você tem intelecto o suficiente para saber interpretar um texto, mas você não ajuda. Assim você passa vergonha rapaz.
Fiu…
Eu interpreto com intelecto ou sem ele (o que não pode faltar são os dados)…
Afinal de contas, somos rapazes errepegistas (nerds que transam pouco)…
Mas eu vi pontos de vista diferentes aí, é como você disse, descrever o que o personagem faz é importante. Acho que o Márcio nunca detalhou como fica enfurecido, porque sempre esteve subntendido como era a coisa e a diversão nunca ficou prejudicada. Mas também não negligênciou a mecânica do frênesi, eu quase morri pra essa coisa uma vez, então ele descreveu por um ponto de vista como estava o personagem, enfurecido, correndo pra me matar etc e tals… Acho que esse esquema de descrição, é muito fácil de resolver, dizendo “exatamente” a ele o que tu quer durante o frênesi, dando sugestões, exemplos e tudo o mais… Mas reparando bem, nenhum de nós, descrevemos exatamente como fica nosso personagem executando uma ação em D&D, seja o mago, arqueiro, ladrão, clérigo, guerreiro ou bardo. Fizemos muito isso sim, quando jogamos o festplay de fudge, um pouco em Cuthulu, Shadowrun e até alguma descrição em 3D&T, por incrível que pareça (e aí então, a feiticeira escarlate…).
PS1: Passo vergonha não cara, digo o que digo, rio do que digo e cago pra quem não diz o que quer dizer…
Sabe, Phil, faz tempo que você não passa no meu blog. xD
Mas voltando ao tema, é realmente complicado. Temos um jogador que joga com um paladino, e sinceramente é uma das classes mais difíceis de interpretar pra mim (estou tentando com uma, mas acho que muitas vezes deixo a desejar). Eu não sou muito devota a nenhuma religião, e imaginar uma pessoa que recebe poderes divinos simplesmente por sua fé e obra é coisa digna de ser contada em livros como a Bíblia. Mas eu tô tentando.
Voltando ao paladino: ele é o personagem de nível mais alto do grupo porque deu a sorte de tirar um 20 lutando contra um Senhor das Profundezas. É. É um infeliz sortudo mesmo. Mas tem a capacidade interpretativa de uma porta. Ou de uma pedra, como preferir.
E bem, isso já foi dito a ele, mesmo que de maneira indireta. Piadinhas como “É, vou é matar balor por aí porque interpretar não tá com nada” são as mais comuns. Mas bem, ele não muda.
Descrever as ações é o mínimo. E eu não sei se você já jogou Eberron, mas é um excelente estimulante (lol?) pra isso. O uso dos Actions Points, de acordo com o material oficial, só deve ser permitido quando uma ação é particularmente bem descrita, e com um tom “cinematográfico”. Exalted também tem um bom suporte a isso, com dados extras nas ações de “stunts”, quando o jogador descreve a ação tão bem que a mesa para assim e diz: “OOOOOh! Isso é realmente legal”.
o/
Allana
O problema é que essas coisinhas extras não fazem realmente uma diferença, não são a maior motivação
eu descrevo como eu esmago porque eu acho divertido dizer que no leap attack que eu dei no kraken e trespassei 8 vezes, eu simplesmente bati com o meu totem na horizontal esmagando todos os tentáculos ao mesmo tempo, e eu teria ganhado uns 10 de XP por interpretar….agora faltariam só 9990 pra subir de nível
Interpretar em D&D é uma tarefa muito difícil durante combate, diferente de muitos sistemas, o combate de D&D é bem rico de detalhes, tornando a mecânica necessária e impossível de ser deduzida com uma simples descrição
Ex: “Meu monge vai correr e dar uma voadora nele” (em qualquer sistema você colocaria uma penalidade no salto e um dano extra no chute simples e todo mundo fica feliz)
Ex²: “Meu monge vai correr e dar uma voadora nele”
“você vai usar a skill flyng kick? (traduzida pela devir como chute do louvadeus IUAHIOUAHIIOUH)
“não, só vou correr pular e dar um chute”
“você vai usar corrida + salto + 1 ataque?”
“sim”
“não ganha nada”
“e se eu usar investida com salto”
“tem leap attack?”
“não”
“hmmm…. +2 acerto pela investida”
“esquece eu só dou um passe de ajuste e uso rajada de golpes”
Tem como tornar o combate mais interessante com esse tipo de bonus?
Dai acaba ficando nessa coisa mecânica, que entenda bem, não é ruim eu adoro o combate de D&D, mesmo que eles durem tão pouco quanto os nossos duram.
Sapo a mecânica é só mecânica, ela diz ligeiramente o que é, mas é muito pouco, o que importa pra ela são os resultados.
E outra coisa, o texto é uma sugestão que não necessáriamente fazemos o tempo todo, não precisa citar que nosso grupo nunca fez, nada haver rapaz.
Lembra dos paragrafos finais? Falo pra todo grupo observar essas dicas que eles vão reparar que levam muita coisa no automático, isso diz ao nosso também. Quando cito a parte “que tem culpa do mestre também” é por que, na hora, lembrei que culpa também é minha se não insentivo isso. Mas o grande problema é você ficarem de chacota sobre uma coisa que não ERA pra vocês, o marcio entrou de exemplo, mas não dizendo por exemplo que vocês ou o marcio inventaram o video game de pobre, ninguém merece.
E você passa vergonha indiferente de ligar o não, o texto não tinha haver com interpretação de personagem e sim descrição de ações. Se você quer fazer teatro pular e dar cambalhotas no shopping, que leu decentemente o texto entendeu e ainda vê o que você escreve e pergunta. O que esse cara ta falando? Foi o que eu fiz de imediato.
E se você ta nem ai bom pra você, você é mais feliz
Sim allana, no começo você falando achei que você não tinha entendido, mas no final vi que você só estava introduzindo a idéia. E sim conheço todas essa regras, hoje em dia pontos e melhoramentos por boas ações descritas estão sendo bem presentes em mecânicas de jogo, alias eu poderia ter citado isso bem lembrado!
O bruno do A Lesma até falou sobre isso no exalted olha ai:
http://alesma.wordpress.com/2008/03/22/coloque-mais-aventura-nas-suas-cronicas-com-bonus-por-facanhas/
Phil, Seu celular esta desligado!?!?!
Entra no MSN ou liga o celular
Marcio você está confundindo. Vou falar denovo. descrever que seu totem esmagou alguma coisa não é interpretar. Mas é divertido visualizar além da mecânica e ver a coisas incrivel que você fez como gente fez nessa do kraken por exemplo. O texto é uma dica para que o roleplay não se perda, pra que uma partida de rpg não vire um jogo automático (e narrado) de video game, coisa quem em D&D pra alguns grupos (mas eu não quis dizer o nosso porra).
E marcio o que a allana falou foi exatamente sobre ISSO que você disse do monge. Quando você descreve bem uma ação, quando ela é ousada, quando ela de alguma forma vale a pena o mestre autoriza usar os action points (no caso de exalted dados extras) que melhoram e deixam a ação mais perigosa para o adversário.
Basicamente a tematica é a seguinte:
Player > Uso ataque especial - Meu personagem da 2 socos fracos 1 soco forte, 1 chute medio, 1 chute forte 1 shyoriuken de 2 hits seguindo por um Shyoriuken forte de 6 hits e ainda solta um hadouken quando o cara estiver caindo
Mestre > Tudo bem mas sua skill é só 2D8 de dano
>>>>>>Outra tematica>>>>>>>>
Pleyer > Uso ataque especial e dou 2D8 de dano
Mestre > tu fez como.
Palyer >.Sei la fiz qualquer coisa tirei 7 no dado,isso equivale a 14 de dano , o inimigo morre com isso
Ratysu, não entendi bem o que você quis dizer. o.o’
Normalmente quando tentamos fazer uma ação meio “impossível”, o mestre pede um teste com uma penalidade. Não vejo nada demais nisso. No entanto, quando damos uma descrição mais elaborada, e que torne a ação mais plausível, ou ele pede o teste normal ou “Tá, faça aí com um bônus de X pelo fake”. Muitas vezes isso já aconteceu nas nossas mesas.
Outro exemplo disso foi quando, testando uma adaptação do d20 pra uma série de romanes (A Game of Thrones, a quem interessar possa), eu e o DM rolamos um combate muito bem na base da descrição (claro, houve rolagens de dados, mas pensávamos nos movimentos do combate, talvez influenciados pelos livros :P) e deu tudo muito certo. Eu percebi, inclusive, que é até melhor assim: mais envolvente e interessante. =)
o que eu tentei exemplificar na verdade foi que os bonus sugeridos pelos livros nao incentivam ninguem a fazer nada mais “interessante” e que ai as pessoas como esse palada do seu grupo nao se interessam por aprender a jogar direito, ou se alienam a mecanica do jogo.
mas eu podia ter so dito isso, i fail
(to no PC da phan dinovo…sem acentos)
É, Phil, você nunca vai conseguir convencer ele…
Parabéns pelo post, Phil. Descrever ações de personagens ajuda a entrar no clima e consequentemente incrementa a interpretação.
Até certo ponto, concordo com este último comentário do Márcio. Mas não penso que os bônus/regras intrincadas de D&D desestimulem as descrições - acho que eles mesmos funcionam como descrições. O que é estranho: descrevemos ações em termos abstratos que, a rigor, são aplicáveis a quaisquer outras ações do mesmo tipo. A consequencia é a perda da cor da aventura, do cenário, etc., que tende ao abstrado +4, +2, etc. O conteúdo dos números se projeta na cabeça da gente de forma tácita ou simplesmente não se projeta. Contudo, como D&D tende (TENDE, PELOS DEUSES, TENDE, OU SEJA, NÃO É SEMPRE ASSIM) para aventuras baseadas em combates, e como muitos de nós jogamos sem miniaturas, uma masmorra pode se transformar numa sequencia numérica cronologicamente ordenada. Ruim ou bom? Vai saber.
Uma coisa, eu conversava com o Opiumseed do Observatório e uma coisa que ele me falou é verdade. Quase todo RPG é orientado a combate, mesmo os da White Wolf como vampiro com todo seu jogo de intriga e tudo mais.
Raros grupos oferecem desafios que não combativos e eu concordo, a muita verdade nisso. E não é só D&D, mas natureza desse é mais voltada ainda.
Eu concordo totalmente. Você chegou a ler a aventura introdutória a Call of Chullu que veio na DB junto com o fast play da Chaosium? A investigação dos Mitos termina numa linda troca de sopapos entre os PJs e a assombração. Infelizmente, não conheço os demais produtos da linha e para falar a verdade nunca li o mb desse jogo. Mas em jogos de horror que têm uma proposta bacana como a de Vampiro, lá está a porrada como solução para tudo. Por que isso acontece? Penso que em parte se deve à própria literatura que realmente embasa esses jogos, uma literatura mais voltada à ação e ao herói que resolve os problemas; além da ânsia de espetáculo. Já pensou um RPG baseado em Bukoviski? Não incluo Lovecraft na lista dos heróis que resolvem a parada; mas fazer um RPG baseado em Lovecraft não implica respeitar o estilo do autor. Neste aspecto de pancada vs. qualquer coisa diferente, os jogos eletrônicos deram a volta por cima: The Sims (grandmothers are cooler than trolls!).
XD
nunca vi uma partida de Vampiro que nao terminasse em CS
XD
Sim, sou fã de cthulhu e conheço a história antes do fastplay. Existem histórias aonde os confrontos estão além do físico, é um assunto a ser até discutido. Como sempre, meus jogadores serão “as combaias”… =D
Que conste nos autos o Max nunca jogou vampiro até aonde sei. Mas ha verdade em suas palavras, escutem ele! =D
A frase é minha, faltou o ©
Ah tah…
É realmente a frase é do raty…
tanto faz… o importante e que e verdade
Frenesy: Ato metafórico, ou seja, frenesy é um metáfora em si, significa um estado de espírito, temperamento humor, elevado a graus subestimados de medo, raiva, nervosismo, reação a sensação de impotência perante algo maior, mais perigiso e capaz do que quem assume tal estado.
o Frenético, ou berzerker (como preferirem), no momento em que se sente acuado, incapaz de derrotar o mal que sobrecaiu sobre si e seu aliados, reage, juntando medo, vergonha, fúria e explosão de sentidos, para de racionanar e deixa seu corpo agir apenas pelo instinto básico de sobrevivência, o frenesy na se desliga e sim passa quando o perigo certo e imediato cessa, e não se esquesça vc desmais porque usou mais do que o seu corpo alguenta normalmente, de certa forma a descarga de adrenalina durante um frenesy, mataria qualquer um do coração por assim dizer, o frenético aguenta essa descarga por que está intrinseco em sua anatomia porém, se vc entra 8x em 8 combates num única sessão de jogo, aconselho seu personagem passar alguns meses em um SPA.
Ou o mestre está colocando muito encontros fatais para o grupo ou o jogador está exagerando na dose, a regra de ouro do rpg é que não há regras, portanto para sua diversão e bom senso, interprete mais, bata um pouco menos, e vc jogador pense antes de “frenesiar” pq certamente um personagem frenético com “inteligência 20 não pensa” XD