Roberto Pereira mete o Pau no Cassaro(uia!) e os Taurinos Carinhosos (?!?)

Olhem lá! Um lindo(?!?) Taurino Carinhoso indo prestar ajudas a jovem elfa…
O Mundo Obscuro é um blog devidamente interessante feito pela mente louca de Roberto Pereira. Olhem o perfil dele e vocês verão só por onde ele já passou (fora as descrições de seu perfil…) e vão entender…
Estudando um pouco do mundo do RPG (em seus estudos e mergulhos nesse mundo é que acabei por achá-lo no google) ele resolveu escrever uma séria e sincera crítica sobre Marcelo Cassaro e seu mundo, Tormenta.
O Roberto não deixou dúvidas do quanto não gostava das idéias de Cassaro, chamou-o de alguém sem criatividade e muito mais, em resumo, chamou de feio, chato e bobo. Acho muito bom quando vejo críticas sinceras, indiferente de eu concordar inteiramente ou não com elas. Tal coisa gera discussão, que por fim nos leva a uma luz (desde que não seja a da morte, por mim tudo bem…). E o que aconteceu? Bom, o texto obviamente vazou para o Orkut e ai começou. Levando em consideração o nível das discussões que vejo em muitas comunidades do Orkut, mesmo eu sem olhar, já imagino pelas descrições nos comentários dos posts o nível da coisa.
Só espero que entre os fãs que defenderam Cassaro apareçam almas inteligentes e adultas o suficiente para aceitar suas falhas, mas que saibam por si apontar qualidades naquilo que ele escreve. Alias, talvez seja esse o maior problema de Tormenta e dos editores antigos da Dragão Brasil. Seu conteúdo é bem pop, atingindo conquistando um publico jovem, vendendo bem, mas vejo uma resistência considerável da parte de jogadores mais experientes. Tormenta, e seus sistemas acabam por ficarem defendidos por seus autores e um grupo reduzido. O resto só sabe usar argumentos e métodos um tanto que desnecessários…

Vejam! Um bonequinho inofensivo(?!?) de um Taurino Carinhoso, Prestes a usar seu Totem(?!?) para acordar um amiguinho. Vamos lá, todos juntos! 5,4,3,2,1…
Eu, assim como meus jogadores, começamos por 3D&T a muitos anos atrás, por simples falta de opção, mas o sistema se tornou muito prático, fazíamos campanhas com tal sistema sem nem ao menos perdermos o tom sério que sempre gostei de tocar as vezes as coisas. Ok, ok… Obviamente existem piadas fora do jogo, meu jogador anda com um nick “Somos os Taurinos Carinhosos, estamos aqui para ajudar…”, ok. Pura piada (acho…). Mas sabemos distinguir e ser imparciais, diferente de muitos outros grupos e mestres que vejo comentando no orkut…
Concordo com Roberto que a idéia das entidades Nada e Vazio gerando o mundo seja uma explicação empurrada sem vaselina nem nada… Mas quanto sua crítica quanto as divindades me parece um pouco exagerada. Mundos como Warcraft, divindades não seguem sua visão das religiões. Ali, divindades não são nada mais, nada menos, que criaturas de poder elevado, seres cósmicos, que por algum motivo resolveram criar um mundo aonde eles seriam “deuses”. Talvez por necessidade de não se sentirem tão sós ou por apenas diversão… Não sei. Alias, minha campanha atual, tem como chave esse questionamento, engraçado como as coincidências ocorrem…
Metafísica das religiões não se adequou nem um pouco como justificativa, até mesmo por que ele critica ali até mesmo Tolkien, que segundo ele é a base de quase tudo que é fantasia hoje em dia. Senão me engano na história do mundo de Tolkien os Deuses também vieram primeiro, ora bolas! Além do mais, fantasia não tem esse nome única e exclusivamente por que alguém decidiu do nada. Ela se baseia em crenças, em folclores antigos, uma soma de verdades e lendas que são aumentadas, fantasiadas, pelo menos essa é minha opinião. Quase toda antiga religião crê em uma divindade que veio e criou o mundo. Por que ha algo de medíocre em ter isso em um mundo de fantasia? Mudar o conceito é interessante, usando até mesmo a proposta do próprio Roberto, mas só seria uma forma de gerar diferencial.
Roberto diz: “O que é até perdoável pois não se espera que um brinquedo tenha lá elevadas aspirações criativas.Portanto, essas cópias, digo, essas “inspirações” do universo de Tolkien, nem de longe se aproximam do brilhantismo da premissa original. E isso ocorre por um motivo bastante simples: a origem do universo derivativo é completamente estúpida. Prá não dizer mal bolada. “
O Roberto aqui pareceu generalizar, e dai já novamente discordo. É uma opinião dele óbvio, assim como tenho a minha. Muitos mundos de campanha realmente são clichês chupados de Tolkien, e certas coisas iniciadas por ele incrivelmente estão sempre lá. Isso me irrita de fato. Mas coisas originais, sempre vejo. Até mesmo por que o conceito de originalidade é um tanto que, “questionável”. Não diria com todas as letras como Roberto que tudo é ruim, chato, feio e bobo, mas, na própria obra de Cassaro, assim como em grande maioria dos mundos de campanha que vejo e acompanho, ha repetições desnecessárias. Como disse antes, fantasia me parece um conceito que esta além de copiar Tolkien…
De fato, em Tormenta ha uma certa falta de noção em certos aspectos do mundo. Certas classes como aquele maldito lenhador de não sei aonde, que parecem ter sido cuspidas e nem ao menos devidamente consideradas como estranhas, sem sentido com certeza. Mas levando em consideração que Tormenta foi criada de varias matérias genéricas de lugares para campanhas da Dragão, ha também uma boa explicação para certas repetições. Criticar e chamar Tormenta de uma colcha de retalhos, não me parece adiantar em nada, os próprios autores de alguma forma declaram isso, Tormenta foi feita inicialmente de um apanhado de matérias. Mais que isso, criticar só o Cassaro não me parece certo. Não é só ele que colabora pra criar o cenário, estamos falando do Trio Tormenta e uma série de colaboradores.
No final como fica tudo? Fica um parabéns pelo Roberto que levantou a discussão, de sua forma, mas levantou. Fica um aviso para os Anime-RPG-Talibans, para que saibam serem mais imparciais, é divertido ver como muita gente se irrita com uma crítica que nem é para ela… Fica uma crítica ao Cassaro, mas não a só ele, mas a qualquer mundo de fantasia que surja. A Fantasia precisa inovar mais.
Nota: Por favor, não quero estar indo para o trabalho e ser atacado por carinhas de bandana ninja do clã da folha, nem ser golpeado por homens vestidos de “shinigamis”, vocês me obrigarão a contratar o serviços dos Taurinos Carinhosos (5…4….3….2…1…). Aprendam a lidar com críticas meus caros. Alias, falar de Talibans no mundo dos animes me lembra do Alexander Lancaster, do Território dos Bravos, uma coluna do site Anime Pro muito boa, leiam. A muito tempo que ele não escreve na coluna. Um blog dele seria muito bem vindo.








Eu me diverti bastante quando jogamos Tormenta, mas como tudo no D&D, cansou (agora que eu recebo cartas-bomba direto em casa).
Apesar dos pesares, eu acho um cenário bem divertido e não tão bizonho assim. Eu realmente gosto de Nimb…
O fato Ana é que diverte sim! O Roberto questionou a qualidade quanto a criatividade pelo que percebo. Mas Tormenta diverte e vende. Isso irrita muita gente, mas deixa quieto…
Pessoalmente eu gosto do Deus da Trapaça, agora não lembro o nome. Seus Clérigos são bem divertidos!
Hynnim, deus da trapaça. Sabia que ele é filho de Nimb?
Não sei porque o pessoal tem essa fobia a coisas que vendem bem e divertem. Parece que tudo que é comercial é uma porcaria.
Eu dou muito crédito ao cenário por ele ser brasileiro e aceitável (e divertido). Claro que tem inúmeros defeitos, mas preferi a campanha de Tormenta a de Greyhawk (estou dando motivos aos D&Dterroristas…).
Nada de patriotismo desmedido, mas é bom ter coisas brasileiras que fazem sucesso. Dá um gostinho de que o país tem salvaçao.
Hynnim… Incrível como pude esquecer. E é fato, ele é filho de Nimb.
D&Dterroristas eu nunca conheci. Se um dia conhecer vou ficar impressionado…
Sinceramenta… minha opinião é a seguinte, se o cenário diverte, foda-se se é chupinhação, se é sem criatividade ou seja lá o que for. RPG é um hobbie e ponto!
Tormenta não é uma tese de doutorado sobre criatividade. É um mundo lançado em uma revista para ser popular e difundir o RPG. Fazer isso já não é criativo?
Outro detalhe, quantas pessoas que não jogam RPG conhecem Tolkien?!? E imaginem quantas conheciam ANTES de sair o filme… você acha que faz diferença para elas se é chupinhação ou não?
Enfim, li a crítica do Roberto e achei ela extremamente pejorativa e com um tom de inveja. O ponto nessa história toda vai para o Phil que com argumentos sensatos se posicionou sobre a história toda.
O Cassaro fez a parte dele pelo RPG nacional, e o que esse Roberto fez?
Fala sério cara… A tal “crítica” desse Roberto Pereira é tão desprezível que não merecia ser sequer mencionada em tópicos de orkut. O cara visivelmente quer chamar a atenção pro blog dele com um texto mal redigido, dando uma de troll. Fui ver em comunidades de animes e é a mesma coisa por lá. Chega a dar pena um cara com a idade dele fazendo coisas que só crianças fariam.
Sobre o Cassaro, 3d&t e Tormenta, posso falar que não precisei chegar muito perto pra ver que eram várias coisas diferentes coladas em um cenário. São os primeiros tijolos do que um dia poderá vir a ser o RPG no Brasil, quem sabe a situação não melhora depois?
Eu vejo o universo de tormenta como algo criado sem muita pretensão, só para divertir mesmo e foi tomando um volume muito maior do que esperado. Com isso criaram-se expectativas e exigências a respeito do cenário. Não tenho uma opinião muito forte a respeito não. Só não me interesso muito pelo mundo. Lí Holy Avenger (alguma coisa) e o inimigo do mundo. No máximo foi divertido.
Gostei dos ultimos comentários. Diga-se de passagem , Havoc, você não foi a primeira pessoa dizer isso do Roberto e pelo que parece tem uma grande impressão que seja verdade.
Valeu pelo força Tarmann! a diversão primeiro com certeza! E existem coisas interessantes e criativas a serem discutidas sobe Tormenta. Falar desse cenário me lembrou de minhas campanhas no mesmo. Tenho algumas coisas interessantes a falar…
E André, você mandou bem. Sua opinião de como cresceu tormenta também é minha.
Puxa, eu gostei tanto de Inimigo do Mundo…
Sobre o comentário do Tarmann, esses dias numa comunidade sobre Tolkien alguém veio com uma pérola, dizendo que passou numa livraria e tinha visto o livro do Senhor dos Anéis. A criatura estava indignada com esse mundo capitalista que lança livro de tudo que é filme que existe (!!!).
Eu não tô brincando, o cara escreveu isso mesmo. Eu só quero crer que ELE estava brincando…
se vcs prestarem atenção, a obra de tolkien foi inspirada no paraíso (aquele da bíblia católica).
a história sempre se repete, mas a ambientação é o que conta.
estou desenvolvendo um cenário também e, é claro, inspirado em várias idéias e conceitos.
Na natureza nada se cria..
e phil, mandou muito bem ae!
Ah! Finalmente descobri quem é o ser que disse no meu blog que me adicionou nos favoritos! Só pra deixar claro: Sou Mário Kajiya! Homem! Okay? Bom, vou adicionar seu blog nos meus favs também. Sobre o Cassaro, gosto do trabalho dele. Nada contra. Mas também não sou tão fanatico assim. Acho que gosto de fantasia medieval no geral mesmo.
o/
Desculpe Kajiya. Eu não sabia se você era homem ou mulher. Mas preferi deixar sempre no masculino por que seria menos ofensivo… Em algum momento troquei o sexo de seu ser mais foi distração minha, mil desculpas! hauhauha
E Ana… Eu acredito na humanidade. Mas eu trabalho em uma faculdade e vejo meus futuros administradores, advogados, dentistas, biologos, pedagogos e por ai vai, e sua grande determinação para estudar…
Acredite. Ele acha que o filme veio primeiro…
Desculpe pelo comment totalmente off… Enfim, to ficando preocupado com esse negócio de trocas de sexo, você não foi o unico a se confundir…
o/
vcs se lembram da the order of the stick?
acho q foi o Evan (o bardo) que colocou um cinturão da troca do sexo… ou algo assim..
aquilo sim é um verdadeiro cenário de rpg que todos nós já passamos por ele!
ah, achei: http://www.giantitp.com/comics/oots0001.html
e o nome do bardo era Elan!
Cinturão de troca de sexo?!? Tem gente que sonhou com um desses a vida toda…
Ah, Tormenta é legal. Pouco me importa se é original ou ñ, se é bem feito ou ñ. Eu jogo RPG pra em divertir, ñ pra ficar bitolada com a originalidade do q to jogando. Já sou bitolada com muitas coisas, mas anyway… Eu gosto de Tormenta e como alguém disse mais acima (to com preguiça de verificar o nome) gosto de imaginar q o RPG nacional tem salvação =P
PS: eu aqui imaginando de onde Alberto tirou o nick dele…
PS2: gostei do visual novo…
Ah, lembrei de outra coisa =P Sobre as “profundas” discussões no orkut… Dia desses estava vendo a comunidade do Harry Potter e eles abriram um tópico pra debater a diferença entre os livros e o filme. Aí uma criatura disse q odeia os livros pq são “cópias baratas dos filmes do Dan”. o.O’
Errr, será q ele é retardado ou algo assim? Ou realmente acha q os livros saem depois dos filmes e é daquelas pessoas com fobia a leitura e nunca se dignou a ler nenhum e presumiu q os livros são cópias? Hmmm, bizarro. Por isso eu ñ tenho fé na humanidade…
O Tormenta é muito bizonho , ocassaro deveria ter vergonha de publicar uma coisa dessas .
Eu tinha escrito um post enorme, até ia postar lá no blog ao invés de colocar, já que cresceu demais. Mas pensando melhor esse cara não vale um post.
Na “crítica” dele, ele foca em xingar o Cassaro, fazendo um argumentum ad hominem; as únicas duas críticas são:
1-A natureza do Panteão
2-A natureza da magia.
1-Diz ele que segundo a “metafísica das religiões” os deuses vêm depois dos humanos, sendo só história pra boi dormir.
Por um lado você tem ele e essa “metafísica das religiões”, saída de sei-lá-qual bueiro ateísta e por outro lado você tem a filosofia e a teologia clássica, bem fundamentadas na lógica e na realidade. Acho que nem tem precisamos discutir sobre qual deve estar certo.
Quanto mais realista e coerente o mundo for, melhor. Mas exigir que ele tenha 100% de precisão em todos os detalhes é preciosismo sem propósito.
Isso pra não comentar o fato de que, se realmente Arton fosse 100% coerente nos aspectos teológicos, ainda assim ele acharia ruim, já que ele não preza a verdade, mas o erro de estimação dele(a tal idéia esdúxula que os deuses são criações humanas).
2-Dizendo que um mundo não presta pela existência de forças místicas(e não da mistificação da ciência) o autor joga no mesmo saco dos “mundos que não prestam” a maioria absoluta dos mundos de fantasia medieval(incluíndo a Terra Média), sem falar no mundo real.
Nada presta pra ele. Só espero que os criadores de todos esses mundos(o que inclui O Criador do mundo real) não sejam criaturas tão desprezíveis quanto o Cassaro aos olhos do Roberto Pereira.
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Vejam bem, de erros Tormenta está cheio, e eu mesmo já me peguei pensando em como a natureza do Panteão atrapalha em vários aspectos(sobretudo morais) de Arton. Mas ficar brigando por precisão nesse campo é similar e brigar por detalhes biológicos dos minotauros e dragões. É um hobby, afinal de contas.
Em suma: críticas são bem vindas, quando o formulador delas souber do que está falando. Aos “intelequituais” resta apenas um sonoro “Calaboca, Burro!”.
*(…)até ia postar lá no blog ao invés de colocar AQUI(…)
*Acho que nem precisamos discutir sobre qual deve estar certo. – sem o “tem”
*Mas ficar brigando por precisão nesse campo é similar A brigar por detalhes biológicos dos minotauros e dragões.
Finalmente alguém que realmente comenta e mostra argumentos… Engraçado que tem gente que comenta aqui só pra xingar tormenta e o post não foi pra isso, mas ok…
Alias Salsa, só eu e você lendo meu blog a essa hora, só pode….
Eu achei interessante a crítica do Roberto. Eu acompanho o trabalho dele desde os tempos da revista Japan Fury e sei que ele costuma desagradar o pessoal.
Não vi ele xingar o Tormenta. Ele apontou o que considerava errado no conceito geral da obra.
Acho válido dizer que “o mundo não presta” porque se a gente for ver direito, Tormenta não tem nada de novo em termos criativos e mesmo de abordagem.
É bem igual a tudo que a gente já viu antes, especialmente se você conhece mangá e anime.
Também não acho que seja questão de preciosismo. É questão de coerência, não se pode jogar a Fantasia em tudo e achar que funciona assim, que o leitor aceita e tá tudo certo. RPG bom, uma boa história, pode usar da Fantasia, claro, mas o cassaro perde o prumo das coisas e sua obra vira uma confusão sem sentido mesmo.
Gosto do trabalho dele mas chega uma hora que a história perde sentido mesmo, parece que o cassaro ficou com preguiça e foi jogando qualquer coisa.
E para terminar, se o formato da história fosse realmente boa e agradesse alguém… Estaria continuando indefinidamente. Não é isso o que acontece, certo?
Acho que o Zé Roberto pega pesado mas ele não deixa de ter sua razão.
Os fãs me desculpem mas é isso o que penso.
Opa! Desculpe a demora para responder a seu comentário pingola mucha (putz), mas eu só tive tempo agora de aprova-lo e responde-lo.
Eu pessoalmente gosto de Tormenta por que ele é um mundo que ainda está sendo criado, então ele tem espaços vagos que podem ser usados. Mas o mundo cresce e eu vou concordando e discordando de certas coisas. Creio que não consigo discordar de tudo, sempre ha uma boa idéia.
Alias concordo, Cassaro as vezes joga as coisas e é difícil de engolir, mas não esqueça que tormenta é Cassaro, J.M Trevisan, e Saladino. As criações dos dois ultimos não são nada anime e são muito boas.
E quanto ao Roberto, é chato rapaz, ele as vezes é muito agressivo. Eu acompanhava o blog dele até ele começar a arranjar encrenca aqui no blog (e olha que eu não falo exatamente mal dele, falo que até gosto do blog dele no texto e mantive). O problema não é ele discordar de algo, o problema é quando ele xinga e é agressivo pra tentar gerar reações erradas das pessoas.
Pra mim isso não é algo que se faça. Fora que teve umas 3 a 4 pessoas que falaram pra eu fugir desse cara que ele só gera problemas…
Sinto muito Kamen, mas esse assunto morreu faz muito tempo. Sabe qual o problema?
Uma coisa é ter argumentos e ser agressivo COM RAZÃO. Outra é atacar sem motivos. A blogsfera chama esse tipo de pessoa de Troll.
E tem muito RPGista infantil sim. Até por que o jogo atrai uma faixa etária muito nova. Esses são muito infantis. Mas tem gente assim em todo canto, toda profissão, todo hobby e bla bla bla…
Diga-se de passagem eu não falo em nome de ninguém além do meu. Eu acompanhava o blog JRP, no duro. Eu gostava das opiniões dele exatamente por sua sinceridade, mesmo discordando delas. Ai ele entrou no blog e foi extremamente agressivo sem necessidades. Diga-se de passagem fui avisado por duas pessoas da bloguesfera que ele iria aparecer… Ai essa coisa de falar o que quiser pra mim virou desculpa pra chamar atenção.
Ha sim! eu acompanho seu blog já a algum tempo! eu conheci ele pelo site do JRP mesmo. Gosto bastante dele até por que adoro os Kamen Riders.
Cara, concordo com você… só acho que criticar a criatividade de alçguem pe meio estranho. Quase tudo nesse mundo é cópia de algo… se foi bem copiado ou se o estilo literário dele é algo bom ou ruim, acretido que não seja fato relevante. RPG é, antes de tudo, diversão, pelo menos eu acho. E mesmo não sendo muito fã do universo Tormenta(ao menos nunca me interessei em ler sobre esse universo), ele diverte à uma boa parcela de pessoas. O Pereira age como um cara frustrado, como alguem que tem inveja do suesso alheio ao criticar aqueles que gostam das coisas que o Cassaro cria. É aquela história”Odeio você e quem anda junto contigo”… bem coisa de criança, de gente que anda magoada com a vida e quer descontar em alguem. Querendo ou não, ANIMAX e JAPAN FURY nunca fizeram tanto sucesso quanto HOLLY AVENGER, então já da pra sentir um pouco do que se trata essa critia dele…
Acho que ele criou este tópico justamente pra mexer com a piazada Talibã, com a “mulekada” e isso é vergonhoso pra alguem tão “culto e superior” como ele… é mais ou menos como essa mesma “piazada” age no orkut, entrand na pagina alheia só pra xingar e “tacar o f***-se”… triste,triste…